Warning: unlink(/tmp/wordpress-seo.27.6.zip): No such file or directory in /home2/gilper61/public_html/wp-admin/includes/class-wp-upgrader.php on line 388
Em votação histórica, Câmara Federal aprova marco legal para geração própria de energia

Em votação histórica, Câmara Federal aprova marco legal para geração própria de energia

Compartilhe!
Estamos no Google News

A Câmara dos Deputados aprovou quase por unanimidade nesta quarta-feira (18/08/21), por 476 a 3 votos, o Projeto de Lei (PL) 5829/19 para urgente definição do marco legal da geração distribuída (GD) a partir de fontes renováveis. A proposta segue para análise do Senado.

Veja também:

O texto garante isenção de taxas até 2045 para quem já produz a própria energia, mas prevê transição para cobrança de encargos sobre o sistema vigente de compensação e redução de subsídios. Atualmente, micro e minigeradores não pagam tarifas por distribuição.A Aneel regula as atividades por meio de resoluções, o que gera insegurança jurídica.

Segurança jurídica e atratividade

“Momento histórico quando a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei (PL) 5829/19, marco legal da geração distribuída a partir de fontes renováveis, após seu presidente, Arthur Lira, atendendo aos nossos apelos, ter pautado a proposta que segue agora para o Senado. Nosso Estado lidera a micro e minigeração distribuída solar fotovoltaica (1.142,9 MW, mais de 18% do total). Desde 2012, essa energia limpa e sustentável atraiu cerca de R$ 5 bilhões em investimentos e gerou mais de 30 mil empregos, especialmente no Norte de Minas, graças à inovação que fiz nas leis estaduais”, ressaltou o deputado Gil Pereira.

Presidente da Comissão das Energias Renováveis e dos Recursos Hídricos, da Assembleia Legislativa, Gil Pereira completou: “Ao lado da ABSOLAR, da ABGD e do MSL que representam o setor, lutei e cobrei para que tenhamos conseguido a aprovação do projeto, cujo relator é o deputado Lafayette de Andrada, preservando-se a segurança jurídica, a atratividade e os incentivos vigentes que levaram ao crescente avanço da GD, principalmente a solar, em telhados residenciais, condomínios, comércios, indústrias, terrenos e propriedades rurais”.

Parceria

“Agradeço ao amigo e deputado Marcelo Freitas, a parceria e as gentis palavras de reconhecimento à minha luta incansável em favor das energias limpas e renováveis, especialmente a solar fotovoltaica, que traz tantos investimentos, empregos, renda, recursos e qualidade de vida ao nosso Norte de Minas. E o parabenizo pelo destacado trabalho parlamentar junto aos seus pares, na Câmara Federal, principalmente no próprio partido (PSL), fator essencial para que tenhamos alcançado, afinal, a aprovação do marco legal da micro e minigeração distribuída (GD)”, declarou o deputado Gil Pereira.

“Agradeço, ainda, ao ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, pela compreensão do tema e apoio. Dia que entra para a história do nosso país. Avançaremos cada vez mais na democratização e disponibilidade da energia fotovoltaica para toda a população, gerando energia limpa, sustentável e a menor custo, para contribuir para a redução das emissões de carbano e do aquecimento global. Trabalho que beneficia esta e as futuras gerações”, salientou Gil Pereira.

Transição

Pelo texto aprovado na Câmara Federal, consumidores que já possuem sistema de geração distribuída até a futura publicação da lei permanecerão isentos de cobranças até 31 de dezembro de 2045. Quem solicitar a entrada no sistema de geração distribuída até doze meses após a publicação da nova legislação também ficará isento até 2045.

Para os novos consumidores, haverá uma regra de transição de seis anos. A proposta é que eles comecem a pagar por 15% dos custos associados à energia elétrica em 2023 — o percentual vai subindo gradativamente da seguinte forma: 15% (quinze por cento) a partir de 2023; 30% (trinta por cento) a partir de 2024; 45% (quarenta e cinco por cento) a partir de 2025; 60% (sessenta por cento) a partir de 2026; 75% (setenta e cinco por cento) a partir de 2027; 90% (noventa por cento) a partir de 2028. A partir de 2029, após o período de transição, os geradores de energia distribuída ficarão sujeitos às regras tarifárias estabelecidas pela Aneel.

Empregos e investimentos

Desde 2012, a geração distribuída (GD), com destaque para a solar fotovoltaica, viabilizou a criação de cerca de 140 mil novos empregos no país, além de mais de R$ 6 bilhões em recursos para que os governos (municipais, estaduais e federal) invistam em saúde, educação, infraestrutura, saneamento e habitação, dentre outros serviços ao cidadão.

Somente em 2020, os novos investimentos no setor somaram R$ 11 bilhões, totalizando a geração de 14 mil novos postos de trabalho. A GD solar fotovoltaica está presente e beneficia, atualmente, os moradores de mais de 5 mil municípios brasileiros.

Siga-nos:

Siga-nos!

Acompanhe no Facebook
Siga-nos no Instagram
Siga-nos no Twitter
Acompanhe no Youtube